Dr. Rômulo Pires · Médico Psiquiatra · Mentalize
Essência, identidade visual, tom de voz e estilo. O sistema que mantém a marca coesa, do post ao consultório.
Psiquiatria que investiga a raiz. Uma marca que une acolhimento, ética e ciência para quem sente que "algo não está certo", e nunca foi ouvido de verdade.
Descobrir o que está por trás, e devolver à pessoa o entendimento sobre a própria mente.
Antes de qualquer conduta, a investigação. A consulta não é a troca automática de uma receita: é a escuta que nomeia o que ninguém tinha nomeado. Onde outros veem "estresse", "idade" ou "frescura", o Dr. Rômulo procura a causa, e explica, em linguagem que a pessoa entende, por que ela está se sentindo assim.
Consulta sem pressa. A queixa é o começo, não o fim. Investigar antes de prescrever.
Autoridade que vem do estudo, traduzida em analogias simples. Desculpabilizar é cuidar.
Sigilo como parte da experiência. Em cidade pequena, isso vale ouro e constrói confiança.
Posicionamento: o psiquiatra que descobre o que está por trás. Um recorte que absorve ansiedade, TDAH, depressão e tireoide sem canibalizar tema, porque o produto não é o diagnóstico, é a investigação.
O logo ainda será definido. Abaixo, os espaços reservados, assim que os arquivos oficiais chegarem, entram aqui com regras de aplicação, área de respiro e versões.
Uso padrão em fundos claros. Enviar arquivo vetorial (SVG/PNG transparente).
Aplicação sobre navy (#16263F) ou imagens escuras.
Avatares, favicon, selo com nome + CRM.
Versão compacta para materiais alongados.
Extraída dos posts azuis de referência: um único navy escuro sobre branco e cinzas frios. Sóbria, calma e clínica, o oposto do azul saturado genérico. Use sempre o HEX exato (Canva, Figma, impressão).
Duas vozes: uma serifada editorial para as manchetes de campanha (o "impacto" dos posts azuis) e a Poppins para tudo o que precisa de leitura clara.
Quando usar: títulos digitais, legendas, textos corridos, formulários, papelaria, a fonte de leitura padrão da marca.
Fala na língua da pessoa, nunca na do prontuário. O gancho usa a frase que ela mesma diria; o termo clínico fica pro uso interno. Desculpabilizar é o gatilho de identificação mais forte.
Navy escuro sobre branco, muito respiro, manchete serifada de alto contraste sobre fotografia sóbria. Calma e clínica, nunca poluída.
Base sempre em branco / cinza névoa ou navy (#16263F). Fotografia com luz natural e sombra suave, tons dessaturados. Nada de fundo colorido saturado.
Navy para hierarquia: manchete, ícones, caixas de legenda. Blocos sólidos para criar pausa. O azul aço só em detalhes finos.
O padrão a ser seguido (pasta Posts azul). Define composição, tipografia e clima.



Como a identidade se aplica nos pontos de contato. Os mockups entram aqui assim que o logo estiver definido, cada quadro em branco é um material a produzir.
Brindes e mimos que carregam a marca com discrição e sofisticação, materiais naturais, acabamento fosco, uma frase curta. Nada de brilho ou excesso.
Caderno, caneta e cartão com frase-chave. Entregue na primeira consulta.
Cerâmica fosca navy, monograma discreto. Brinde de equipe e parceiros.
Algodão cru com frase-chave bordada em navy. Sóbria e reutilizável.
Papel reciclado, mensagem curta. Fortalece o boca a boca, o motor de indicação.
Dois retratos, um mesmo núcleo. A diferença entre Fernanda e Marcelo é de disfarce e gatilho de entrada, não de essência. Ambos chegam pela mesma meta-dor: "ninguém descobriu o que eu tenho".
Não é "uma doença", é um cluster normalizado: insônia, cansaço que não passa, perda de vontade e prazer, irritabilidade com culpa, névoa mental. Por cima, a meta-dor que une os dois: não saber o que têm, "já fiz exame, deu normal, então é da minha cabeça".
No prático: voltar a dormir, ter energia, sentir prazer, parar de explodir. No emocional (o que vende): voltar a se reconhecer, "quero ser quem eu era". E um nome para o que sentem: o diagnóstico aqui não assusta, alivia.
Três medos empilhados: "e se for grave?" convivendo com "e se não for nada e eu for só fraco?"; o medo de ficar assim pra sempre; e o medo da perda de capacidade (emprego, casamento, filhos). Atravessando tudo: o julgamento numa cidade pequena.
Estrutura "você acredita em X → na verdade é Y" gera identificação e reposiciona.
O padrão é incubação longa + gatilho + ação rápida: normaliza por meses, pesquisa escondido no Google e Instagram, pergunta discretamente, e só age quando um evento-gatilho empurra (crise, ultimato, exame normal frustrante, um conteúdo que a nomeou). Entre "decidir" e "marcar" tem que ser fácil, senão desiste.
O gancho usa a fala dela; o termo clínico fica pro uso interno.
| A persona diz (usar no conteúdo) | O que é clinicamente (uso interno) |
|---|---|
| "Não durmo há meses / acordo às 3h" | insônia / despertar precoce |
| "Canso à toa, durmo e não descanso" | fadiga / anergia |
| "Perdi a vontade de tudo" | anedonia |
| "Tô explodindo à toa, sem paciência" | irritabilidade / disforia |
| "Não consigo focar, esqueço tudo" | déficit de atenção / névoa mental |
| "Não sou mais eu" | alteração de humor / funcionamento |
| "Tô no meu limite / sobrecarregada" | esgotamento / ansiedade |
A publicidade médica no Brasil segue as regras do Conselho Federal de Medicina (Resolução CFM nº 1.974/2011 e normas correlatas), que restringem depoimentos de pacientes, promessas de resultado e uso de "antes/depois". Qualquer estratégia de prova social deve ser validada com essas normas antes da aplicação.
Nota de cuidado: na ponta mais grave do cansaço existe a ideação passiva, território clínico, não gancho de marketing. Tratado sempre sob o enquadramento ético do CFM.