Manual de Marca · 2026

Manual de Marca

Dr. Rômulo Pires · Médico Psiquiatra · Mentalize

Essência, identidade visual, tom de voz e estilo. O sistema que mantém a marca coesa, do post ao consultório.

Role para explorar
01 · Essência

Quem Somos

Psiquiatria que investiga a raiz. Uma marca que une acolhimento, ética e ciência para quem sente que "algo não está certo", e nunca foi ouvido de verdade.

Propósito

Descobrir o que está por trás, e devolver à pessoa o entendimento sobre a própria mente.

Antes de qualquer conduta, a investigação. A consulta não é a troca automática de uma receita: é a escuta que nomeia o que ninguém tinha nomeado. Onde outros veem "estresse", "idade" ou "frescura", o Dr. Rômulo procura a causa, e explica, em linguagem que a pessoa entende, por que ela está se sentindo assim.

Escuta que Investiga

Consulta sem pressa. A queixa é o começo, não o fim. Investigar antes de prescrever.

Ciência que Explica

Autoridade que vem do estudo, traduzida em analogias simples. Desculpabilizar é cuidar.

Discrição que Acolhe

Sigilo como parte da experiência. Em cidade pequena, isso vale ouro e constrói confiança.

Posicionamento: o psiquiatra que descobre o que está por trás. Um recorte que absorve ansiedade, TDAH, depressão e tireoide sem canibalizar tema, porque o produto não é o diagnóstico, é a investigação.

02 · Logos

Identidade Visual

O logo ainda será definido. Abaixo, os espaços reservados, assim que os arquivos oficiais chegarem, entram aqui com regras de aplicação, área de respiro e versões.

Pendente Logo Principal Versão oficial, marca + especialidade. Sobre fundo neutro claro.

Logo Principal

Uso padrão em fundos claros. Enviar arquivo vetorial (SVG/PNG transparente).

Pendente Versão Invertida Para fundo navy ou fotos escuras.

Versão Invertida

Aplicação sobre navy (#16263F) ou imagens escuras.

Pendente Monograma / Símbolo Para avatar, favicon e selos reduzidos.

Monograma "RP" / Símbolo

Avatares, favicon, selo com nome + CRM.

Pendente Assinatura Horizontal Cabeçalhos, papelaria, receituário.

Assinatura Horizontal

Versão compacta para materiais alongados.

Regras de Uso

Pode

  • Aplicar navy sobre fundo claro
  • Aplicar branco/neutro claro sobre fundo navy
  • Manter as proporções originais
  • Garantir alto contraste com o fundo
  • Sempre acompanhar de CRM 19048/GO · RQE 15192

Não pode

  • × Distorcer, esticar ou rotacionar
  • × Aplicar sombra, gradiente ou contorno
  • × Trocar a cor para fora da paleta
  • × Colocar sobre fundos poluídos
  • × Reduzir abaixo do tamanho mínimo legível
03 · Cores

Paleta de Cores

Extraída dos posts azuis de referência: um único navy escuro sobre branco e cinzas frios. Sóbria, calma e clínica, o oposto do azul saturado genérico. Use sempre o HEX exato (Canva, Figma, impressão).

Primária
Navy Mentalize
#16263F
RGB 22, 38, 63
Títulos, marca, blocos de destaque e headlines sobre foto.
Profundo
Navy Profundo
#0E1B2E
RGB 14, 27, 46
Fundos escuros, rodapés e seções de imersão.
Variação
Navy Suave
#22344F
RGB 34, 52, 79
Detalhes finos, ícones e variação sutil em gradientes.
Fundo
Branco Névoa
#F5F6F8
RGB 245, 246, 248
Fundo principal de todos os materiais.
Cards
Cinza Névoa
#EEF0F3
RGB 238, 240, 243
Variação para cards, caixas e divisores.
Texto
Grafite
#3C4759
RGB 60, 71, 89
Texto corrido e parágrafos.
04 · Tipografia

Sistema Tipográfico

Duas vozes: uma serifada editorial para as manchetes de campanha (o "impacto" dos posts azuis) e a Poppins para tudo o que precisa de leitura clara.

Fonte de Campanha · Serifada Editorial
A definir · pegar arquivo
Pendente Serifada de alto contraste (estilo fashion/editorial) É a fonte das manchetes dos posts azuis (ex.: "SINTOMAS PSICÓTICOS", "DEMÊNCIA"). Definir a família oficial (ex.: uma serif display tipo Canela, The Seasons, Playfair) e enviar o arquivo. Enquanto isso, usar Poppins SemiBold nos títulos digitais.
Fonte de Sistema · Poppins
Pesos 300–700
Google Fonts · sans-serif
Saúde mental em boas mãos
Investigar a raiz, respeitar a história e explicar em linguagem simples, para que a pessoa finalmente entenda o que está acontecendo.
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ · abcdefghijklmnopqrstuvwxyz · 0123456789

Quando usar: títulos digitais, legendas, textos corridos, formulários, papelaria, a fonte de leitura padrão da marca.

Escala Tipográfica

H1 · Título
Poppins · 46–78px · 700
Título Principal
H2 · Seção
Poppins · 32–46px · 600
Título de Seção
H3 · Subtítulo
Poppins · 20–26px · 600
Subtítulo
Label
Poppins · 10–12px · 600 · uppercase · tracking 3px
Manual de Marca · 2026
Corpo
Poppins · 14–16px · 300–400 · 1.7
Texto corrido com boa legibilidade para descrições e parágrafos longos.
05 · Tom de Voz

Como Falamos

Fala na língua da pessoa, nunca na do prontuário. O gancho usa a frase que ela mesma diria; o termo clínico fica pro uso interno. Desculpabilizar é o gatilho de identificação mais forte.

Personalidade da Marca

Acolhedora
Reconhece que a pessoa vem de uma jornada, provavelmente já frustrada, já ouviu que "é da cabeça dela". Escuta antes de concluir.
Didática
Explica o mecanismo em analogia simples: "seu cérebro está pedindo ajuda". Competência e acolhimento na mesma frase.
Direta
Frases curtas. Nomeia o que precisa ser nomeado sem amedrontar. "Isso não é frescura. É sinal."
Discreta
Nunca expõe. Comunica sigilo como valor. Fala de saúde da mente sem dramatizar nem estigmatizar.

Exemplos Práticos

Comunicação com o paciente
Antes de trocar qualquer remédio, eu preciso entender a sua história. O exame que "deu normal" é parte da resposta, não a resposta inteira.
Post, sintoma-first
Seis meses sem dormir direito não é estresse. É um sinal. E sinal a gente investiga.
Conteúdo, desculpabilização
Não é preguiça. Você quer e não consegue. Isso tem nome, tem explicação e tem tratamento.

Frases-Chave

Descobrir o que está por trás.Posicionamento · usar em bio e materiais de autoridade
Isso não é frescura. É sinal.Editorial · usar em conteúdo de topo de funil
A consulta é uma investigação.Metodologia · usar em "como é a consulta"
Transformo vidas com acolhimento, ética e ciência.Tagline oficial · bio e papelaria

Diretrizes de Escrita

Faça

  • Use a fala da pessoa ("acordo às 3h", "não sou mais eu")
  • Nomeie a dor antes de oferecer a solução
  • Ataque a permanência ("não é pra sempre")
  • Comunique discrição e sigilo
  • Reposicione o remédio: o produto é o diagnóstico correto

Evite (inclui restrições CFM)

  • × Depoimento de paciente (proibido, CFM 1.974/2011)
  • × Promessa de resultado ou "cura"
  • × Antes/depois
  • × Termos clínicos sem tradução
  • × Dramatizar gravidade ou usar ideação como gancho
06 · Estilo Visual

Linguagem Visual

Navy escuro sobre branco, muito respiro, manchete serifada de alto contraste sobre fotografia sóbria. Calma e clínica, nunca poluída.

Fundos

Base sempre em branco / cinza névoa ou navy (#16263F). Fotografia com luz natural e sombra suave, tons dessaturados. Nada de fundo colorido saturado.

Acentos em Navy

Navy para hierarquia: manchete, ícones, caixas de legenda. Blocos sólidos para criar pausa. O azul aço só em detalhes finos.

Manchete Serifada

  • Palavra-chave grande, serifada, em navy ou branco
  • Apoio em sans fininho, uppercase, com tracking
  • Ícone-selo discreto (marca) no topo central
  • "Leia a legenda" como CTA recorrente

Cantos & Bordas

  • Border-radius padrão: 12–16px
  • Bordas warm (#DED8CC), finas
  • Selos e ícones com traço leve
  • Evitar sombras pesadas e brilhos

Referência · Posts Azuis

O padrão a ser seguido (pasta Posts azul). Define composição, tipografia e clima.

Post sintomas psicóticos
Sintomas PsicóticosManchete navy · neutro claro · muito respiro
Post transtorno por uso de substâncias
SubstânciasSerif sobre foto · legenda em caixa navy
Post demência
DemênciaFundo navy · manchete branca · fotografia

Fotografia do Dr. Rômulo

PendenteRetrato oficialFoto profissional em fundo neutro claro/navy, para hero, bio e autoridade.
PendenteConsultório / MentalizeAmbiente, fachada e bastidores, para destaques e "como é a consulta".
07 · Aplicações

A Marca no Mundo

Como a identidade se aplica nos pontos de contato. Os mockups entram aqui assim que o logo estiver definido, cada quadro em branco é um material a produzir.

PendenteCartão de VisitaNavy + neutro claro · nome, CRM, RQE, contato
PendenteReceituárioPapelaria com assinatura horizontal
PendenteFachada MentalizeSinalização do espaço de bem-estar
PendenteJaleco / Selo bordadoMonograma + nome em bordado discreto
PendenteAssinatura de E-mailBloco navy com logo e links
PendenteTemplate de StoriesDestaques: "Comece por aqui", "Agende"
08 · Itens & Presentes

Itens Personalizados

Brindes e mimos que carregam a marca com discrição e sofisticação, materiais naturais, acabamento fosco, uma frase curta. Nada de brilho ou excesso.

PendenteKit boas-vindas do paciente

Kit de Acolhimento

Caderno, caneta e cartão com frase-chave. Entregue na primeira consulta.

PendenteCaneca / Copo fosco

Caneca Navy

Cerâmica fosca navy, monograma discreto. Brinde de equipe e parceiros.

PendenteEcobag algodão cru

Ecobag

Algodão cru com frase-chave bordada em navy. Sóbria e reutilizável.

PendenteCartão de agradecimento

Cartão Escrito à Mão

Papel reciclado, mensagem curta. Fortalece o boca a boca, o motor de indicação.

Frases sugeridas para itens

09 · Público-Alvo

Quem Vem Bater à Porta

Dois retratos, um mesmo núcleo. A diferença entre Fernanda e Marcelo é de disfarce e gatilho de entrada, não de essência. Ambos chegam pela mesma meta-dor: "ninguém descobriu o que eu tenho".

F

Fernanda

Sobrefunciona · chega mais cedo
Disfarce: dá conta de tudo por fora, chora escondido.
Entrada: pela sobrecarga e pela culpa. Nomeia como "ansiedade".
Culpa-chave: "mãe/esposa/profissional que está falhando".
Objeção que pesa: gastar tempo/dinheiro consigo; medo de parecer exagerada.
Fala: de sentimento, "me sinto péssima", "sou uma péssima mãe".
Decisão: costuma iniciar sozinha a busca, mas adia por culpa.
M

Marcelo

Somatiza · chega tarde
Disfarce: trabalha mais, se irrita, às vezes bebe.
Entrada: pelo corpo, "insônia", "dor no peito", "estafa".
Culpa-chave: perder o lugar de provedor/forte; parecer fraco.
Objeção que pesa: estigma masculino e negação ("é o trabalho").
Fala: pelo corpo e função, "não tô rendendo", "tô estourado".
Decisão: raramente inicia; quem empurra é a esposa ou uma crise.

Dores

Não é "uma doença", é um cluster normalizado: insônia, cansaço que não passa, perda de vontade e prazer, irritabilidade com culpa, névoa mental. Por cima, a meta-dor que une os dois: não saber o que têm, "já fiz exame, deu normal, então é da minha cabeça".

Fernanda
  • Sobrefunciona e chora escondido
  • Culpa de "estar falhando" como mãe/esposa
  • Nomeia como "ansiedade"
Marcelo
  • Disfarça trabalhando e se irritando
  • Somatiza: leva a queixa pro corpo
  • Quase nunca chama de saúde mental
Chave estratégica: a dor de captação não é um sintoma isolado, é o "ninguém descobriu o que eu tenho". É ela que transforma a consulta (a investigação) no produto. Topo de funil mira o sintoma; meio de funil mira essa meta-dor.

Desejos

No prático: voltar a dormir, ter energia, sentir prazer, parar de explodir. No emocional (o que vende): voltar a se reconhecer, "quero ser quem eu era". E um nome para o que sentem: o diagnóstico aqui não assusta, alivia.

Fernanda
  • Voltar a ter paciência com os filhos
  • Parar de se sentir má mãe
  • Permissão pra se cuidar sem culpa
Marcelo
  • Parar de afastar as pessoas
  • Voltar a "dar conta" sem se destruir
  • Resolver discretamente, sem estardalhaço
Desejo-âncora: "finalmente entender o que está acontecendo comigo". É esse desejo que o posicionamento "o psiquiatra que descobre o que está por trás" atende, absorvendo ansiedade, TDAH e tireoide sem canibalizar tema.

Objeções, e a chave que dissolve cada uma

  • "Não é tão grave, vai passar." → Sintoma-first: "6 meses sem dormir não é estresse, é sinal". Tira do "grave/não grave" e põe em "investigar".
  • "É frescura, força de vontade resolve." → Reposicionar como saúde do cérebro/corpo. Desculpabilizar é o gatilho mais forte.
  • Medo do remédio ("vou virar dependente/zumbi"). → O produto é o diagnóstico correto, não a tarja. Promessa é investigação, não prescrição.
  • Medo do rótulo/estigma. → Sintoma-first não exige se rotular pra entrar. Entra-se pelo que sente.
  • Cidade pequena ("todo mundo vai saber"). → Comunicar discrição e sigilo, vale ouro em Jataí.
  • Ceticismo ("já fui e trocaram meu remédio sem me ouvir"). → Diferenciar pela escuta e investigação.
  • "Psiquiatra é a última instância." → Reposicionar como quem investiga cedo, antes de quebrar.
Objeção-âncora: "é só estresse / é frescura / vai passar." Em Marcelo pesa o estigma masculino e a negação (demanda represada); em Fernanda, a culpa de gastar consigo e o medo de ser vista como dramática.

Medos

Três medos empilhados: "e se for grave?" convivendo com "e se não for nada e eu for só fraco?"; o medo de ficar assim pra sempre; e o medo da perda de capacidade (emprego, casamento, filhos). Atravessando tudo: o julgamento numa cidade pequena.

Fernanda
  • Ser mãe/esposa que falhou
  • Que o remédio "apague" quem ela é
  • "Ficar dopada e não dar conta de casa"
Marcelo
  • Perder o lugar de provedor/forte
  • Parecer fraco, dar munição pra "falarem dele"
  • O problema chegar no trabalho
Chave estratégica: o medo mais explorável não é o de doença, é o de permanência ("vai ser assim pra sempre"). Conteúdo que ataca a permanência (há saída, tem explicação) converte mais do que conteúdo que assusta com gravidade.

Crenças, cada crença falsa é um tema de conteúdo

Estrutura "você acredita em X → na verdade é Y" gera identificação e reposiciona.

  • "Força de vontade resolve, é só me esforçar." → o mito que mais adia a busca.
  • "Se o exame de sangue deu normal, eu não tenho nada." → trava justamente quem já passou pelo clínico geral.
  • "Psiquiatra é pra louco / pra caso grave." → coloca a consulta como última instância.
  • "Remédio de psiquiatra vicia e muda a pessoa." → o produto errado (tarja) sabotando o produto certo (diagnóstico).
  • "Todo mundo vive cansado hoje, é normal." → a normalização que faz o sintoma virar paisagem.
Crença-mãe: "o que eu sinto é caráter, não é saúde." Toda a linha editorial existe pra desmontar isso. Desculpabilizar, devolver como saúde do cérebro/corpo, é o gatilho de identificação mais forte do núcleo.

Processo de Decisão

O padrão é incubação longa + gatilho + ação rápida: normaliza por meses, pesquisa escondido no Google e Instagram, pergunta discretamente, e só age quando um evento-gatilho empurra (crise, ultimato, exame normal frustrante, um conteúdo que a nomeou). Entre "decidir" e "marcar" tem que ser fácil, senão desiste.

  • Pesa mais: sentir que o profissional vai investigar de verdade > discrição/sigilo > linguagem acessível > logística.
  • Autoridade formal (CRM, titulação) é pré-requisito, não diferencial, ele já tem.
  • Fernanda inicia sozinha (mas adia); Marcelo é decisão de terceiro (esposa/crise) até quebrar.
A ponte (o produto): o Dr. Rômulo é quem investiga. A consulta é o produto, e a própria experiência de consulta-investigação é o motor do boca a boca.

Linguagem, fale na língua da persona, nunca na do prontuário

O gancho usa a fala dela; o termo clínico fica pro uso interno.

A persona diz (usar no conteúdo)O que é clinicamente (uso interno)
"Não durmo há meses / acordo às 3h"insônia / despertar precoce
"Canso à toa, durmo e não descanso"fadiga / anergia
"Perdi a vontade de tudo"anedonia
"Tô explodindo à toa, sem paciência"irritabilidade / disforia
"Não consigo focar, esqueço tudo"déficit de atenção / névoa mental
"Não sou mais eu"alteração de humor / funcionamento
"Tô no meu limite / sobrecarregada"esgotamento / ansiedade
Frases que geram identificação imediata: "deu tudo normal no exame, mas eu não tô bem" · "todo mundo acha que eu tô ótima" · "não é preguiça, eu quero e não consigo" · "achei que era da idade / da correria". Matéria-prima de hook.

Gatilhos de Confiança, ordenados para esta persona

  • 1 · Escuta e investigação, "vou descobrir o que você tem" derrota a frustração nº 1 ("ninguém me investigou").
  • 2 · Desculpabilização + didática, explicar o porquê em linguagem simples transmite competência e acolhimento juntos.
  • 3 · Discrição e sigilo, em Jataí, comunicar sigilo é gatilho de confiança de verdade.
  • 4 · Autoridade, CRM/RQE, revista MEDGESTCLUB, mesa redonda, formação: sustentam o baseline.
  • 5 · Humanização, reels em 1ª pessoa, violão, "corrida e saúde mental" (campeões de comentário).
  • 6 · Prova social, ponto fraco hoje e o mais restrito pelo CFM. Substituir por casos genéricos, didática e "o que esperar da consulta".
Chave estratégica: autoridade ele já tem e prova social não pode ter (por ética). A confiança se constrói por escuta + didática + discrição, os gatilhos que independem de depoimento.

Nota CFM

A publicidade médica no Brasil segue as regras do Conselho Federal de Medicina (Resolução CFM nº 1.974/2011 e normas correlatas), que restringem depoimentos de pacientes, promessas de resultado e uso de "antes/depois". Qualquer estratégia de prova social deve ser validada com essas normas antes da aplicação.

Sem depoimento de paciente Sem promessa de resultado Sem antes / depois

Nota de cuidado: na ponta mais grave do cansaço existe a ideação passiva, território clínico, não gancho de marketing. Tratado sempre sob o enquadramento ético do CFM.